quarta-feira, 24 de abril de 2013

Mãe


Mimos lhe dou.
Adoro a minha mãe!
Engraçada ela è.
Rafaela Filipa

No sábado e no domingo


No sábado e no domingo, depois do almoço, fui à praia com a minha família toda! Quem deu a ideia de irmos à praia foi a minha avó paterna.
Pegamos nas bicicletas, preparamos o  lanche, as toalhas e no guarda –sol e fomos. Quando chegamos à praia pusemos protetor solar. O meu pai armou-se: não pôs o protetor  solar e apanhou um escaldão! O pai da Ofélia riu-se muito, a minha avó   e o meu avô riram-se e rimo-nos todos!
A minha tia Carina perguntou-nos se queríamos ir  comprar um gelado e nós dissemos todos que sim, mas antes fomos à água.  O meu primo Fábio e o irmão dele mergulharam e foram para longe.
Adorei o meu sábado e o meu domingo!
Olívia

terça-feira, 16 de abril de 2013

António Torrado

António Torrado é um escritor
Nós somos fãs dele
Temos muito carinho por ele
Os livros dele gostamos de ler
Nós esperamos que tenha saúde
Iremos escrever como ele
Otimista ele é!
Márcia e Fábio
(Acróstico oferecido ao escritor, durante a sua visita à nossa escola)

À conversa com... António Torrado



Hoje, dia 16 de abril de 2013, o escritor António Torrado veio à escola.
Nós e a turma do 4ºB ensaiamos uma peça de teatro para o António Torrado. A nossa peça foi "A história de um papagaio" e a do 4ºB foi "O macaco de rabo cortado".
Foi divertido receber o António Torrado.
Cláudio





Logo no principio mostramos a nossa peça e eu era a apresentadora! O João Pedro era o Grande Lavrador; o Gabriel era o emigrante; o José, o Rafael e o Diogo eram os amigos do Grande Lavrador; o Ivo fazia a voz do papagaio e o resto da turma o coro.
De seguida o 4ºB apresentou a história "O macaco do rabo cortado" e cantaram no fim.
Depois começamos a fazer perguntas ao António Torrado e ele respondeu-nos.
Leu-nos uma história.
A Márcia e o Fábio ofereceram um acróstico ao António Torrado, de seguida ele deu um autografo aos meninos que têm livros que ele escreveu.
Ana


(Vê mais  relatos nos comentário)

A maior flor do mundo

Ainda não conhecemos o livro do José Saramago, mas com todos os nossos textos individuais resolvemos fazer um texto coletivo:


A maior flor do mundo

Um dia, um menino e o seu pai foram passear de carro.
Num monte o pai viu uma árvore, parou o carro e foi arrancar aquela árvore, enquanto o menino apanhou o escaravelho e pô-lo  numa caixa com furos para ele respirar.
Quando o pai acabou de arrancar a árvore foram para casa, onde o pai deu a árvore à mãe, o menino abriu a caixa e o escaravelho fugiu a voar. O menino correu atrás do escaravelho, mas o escaravelho ultrapassou o muro do jardim da casa do menino. No outro lado do muro havia umas placas que diziam “Perigo”, “Não passar”, mas o menino passou na mesma.
Sempre atrás do escaravelho, atravessou um rio, uma floresta e um prado, até que chegou a um monte, onde viu uma flor que estava a morrer de sede. O menino fez várias viagens, com as mãos em conchinha, para ir buscar água para regar a flor. E a flor começou a crescer, a crescer, a crescer… até que ficou enorme!
O menino, cansado de tanto andar, adormeceu no chão ao pé da flor.
A flor olhou para o menino e deixou cair uma pétala para o cobrir.
Em casa, quando os pais deram pela falta do menino ficaram preocupados, alertaram os vizinhos e foram todos procurá-lo.
Encontraram-no a dormir, ficaram felizes e admirados com a altura da flor.













No fim a professora Carla leu-nos a história. A história do livro é diferente e mais bonita do que o filme.